segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Objeto de desejo



















Bem mais do que uma balança projetada para mostrar o peso de um alimento, essa balança consegue ser uma verdadeira tabela nutricional.
Mas como funciona? – A balança vem com um acervo de 2000 alimentos em sua memória e ainda tem espaço para mais 99 serem personalizados. Dessa forma ao colocar o alimento sobre a balança além do peso, você terá informações como quantidade de carboidratos, proteínas, fibras, colesterol, sódio, gorduras e lógico…de calorias. Igual as tabelas nutricionais que encontramos nas embalagens de supermercados.
Você ainda consegue somar o que comeu no dia e salvar na memória.
Consegui achar dois modelos diferentes. A primeira que aparece na imagem acima chama Perfect Portions Nutrition Scale vendida no site thinkgeek.com por R$49.99.
E o segundo vendido pela Amazon.co.uk, um pouco menor e com uma tela não tão boa mas com a mesma funcionalidade por £39.99.

The Food Revolution



Ok, quem nunca ouviu falar sobre o chef Jamie Oliver?

Loirinho, sotaque britânico, confesso que nunca levei muito a sério seus programas e achava ele um tanto quanto exibido.

Mas depois de vê-lo no programa da Oprah (The Oprah Winfrey show), Jamie Oliver ganhou meu respeito.

Jamie aparece apresentando seu novo programa que teve estreia em março na TV americana:The Food Revolution ,junto à Ryan Seacrest (sim, o bonitão de American Idol), o qual ajudou a produzir o reallity show .

A ideia é basicamente uma: Mudar os hábitos alimentares dos americanos.

E logo no primeiro episódio Jamie vai à cidade considerada mais obesa dos Estados Unidos, Huntington – Oeste do estado da Virginia.

De cara é recebido com caras feias e pessoas que não entendem por que alguém pode chegar na cidade falando o que devem ou não comer.

Esse é um exemplo do que um dos moradores locais, o locutor de uma rádio da cidade, disse à Jamie em sua primeira entrevista quando chegou.

O programa mostra a alimentação real das escolas americanas, e o cardápio além de estar muito longe de ser adequado às crianças e adolescentes, não é nada digestivo: Como a pizza dada aos alunos logo no café da manhã.

Contudo, gera-se o maior alvoroço por conta da posição de Jamie na cozinha da escola. As merendeiras ficam bravas por ele estar se intrometendo no ambiente delas e é lançada uma grande discórdia.

O programa ainda mostra a geladeira de uma mãe, e lógico aparecem somente produtos congelados e processados. Toda a comida ingerida pela casa é colocada em uma mesa para mostrar o quanto ela está prejudicando sua saúde e ainda a saúde de seus dois filhos.

Tudo isso pra no final mostrar a todos que é possível sim se alimentar de uma forma gostosa e saudável ao mesmo tempo. E ensina vários truques e receitas para ter a comida certa em casa.

Cá entre nós, a grande questão é que…somos preguiçosos. A maioria dos pais hoje não gostam de cozinhar, não tem tempo para cozinhar e então preferem uma comida “fácil”(tirar do congelador e colocar no forno por alguns minutos).

Resultado disso não sabemos mais o que estamos comendo. O que realmente há nos alimentos industrializados?


O programa estréia dia 7 de agosto no GNT às 19:00

Calculadoras do bem

O medindia.net é um site americano que além de se manter atualizado na área da saúde, contém vários aplicativos para quem se interessa pela área.

Nele, há uma página que mostra várias calculadoras para você conferir através dos hábitos diários se está em dia com a saúde. Dá para calcular risco de obter osteoporose, diabetes e outras doenças, quantidade calórica dos alimentos, de minerais, quantidade gasta durante uma atividade física e muito mais.

Para acessar o site - Health Calculator

Leite de soja é a melhor opção?




Já perdi a conta do número de vezes em que vi mães falando por aí que agora só dão leite de soja para seus filhos.

Ok, vamos começar então pelo..começo!

Apesar de ser bem conhecido como leite de soja pela maioria das pessoas, na verdade ele é chamado de extrato de soja sendo que leite mesmo são os que provém dos mamíferos, como leite de vaca, de cabra…

Agora, qual a diferença entre o leite de vaca e o extrato de soja em relação aos seus benefícios?

O leite de vaca tanto na sua forma integral quanto na forma semi-desnatado e desnatado contém um dissacárideo chamado lactose.

Dissacarídeo são moléculas que contém dois monossacarídeos, sendo no caso da lactose: a galactose e a glicose.

Por conter dois monossacarídeos, para que consiga ser absorvido e utilizado pelas nossas células, esse dissacarídeo terá que passar por uma “quebra” durante a digestão. E para isso contamos com o trabalho de uma enzima, a lactase.

Acontece que algumas pessoas apresentam falta parcial ou até mesmo total dessa enzima no trato digestório. Resultado disso? Essas pessoas não conseguem digerir a lactose consumida, causando desconfortos abdominais, diarréias e vómitos.

Por conta disso essas pessoas devem deixar de consumir produtos que contenham lactose que são os leites e seus derivados. Em casos mais graves até mesmo uma bolacha é o suficiente para causar o desconforto.

E para isso temos o extrato de soja, que é isento de lactose. Indicado inclusive para mulheres que estão entrando na menopausa.

Existem ainda os leites que são feitos com a lactose parcialmente digerida. Dependendo do grau da intolerância podem ser consumidos. Para esses ainda o iogurte fermentado é uma boa alternativa por possuir lactobacilos que ajudam a digerir a lactose.

Contudo, o extrato de soja não deve substituir totalmente o leite de vaca no caso de pessoas que não apresentam nenhum tipo problemas de digestão.

Muito menos crianças pequenas que estão em fase de desenvolvimento. E apesar de hoje em dia encontrarmos no mercado extratos de soja fortificados com cálcio (importante mineral que ajuda no fortalecimento dos ossos) e vitaminas (entre elas, a vitamina D que é importante para absorção do cálcio), o leite de vaca ganha no quesito desses nutrientes em quantidade.

Se a preocupação é com a gordura do leite, tente trocar pelo semi desnatado ou até mesmo o desnatado.

Aqui vai um site muito legal que explica tudo sobre a doença e ainda mostra receitas especiais para quem tem esse problema: semlactose.com

Crianças devem consumir café desde cedo?


O café é uma bebida que ora é adorada, ora é odiada. Há ainda pessoas que dizem que adoram seu cheiro, porém detestam seu gosto.

De fato, o cheiro do café é muito bom. Quanto ao gosto, particularmente acho que é uma questão de costume. Quanto mais a gente toma, mais nosso paladar se acostuma com o gosto amargo e forte que o café dispõem.

É raro ver alguém pedindo um cafezinho descafeinado nos lugares, e com isso seu consumo tem sido associado por muitos anos à existência de sua substância mais poderosa: a cafeína.

A cafeína é um estimulante, ela atua no sistema nervoso central, aumentando assim o estado de euforia da pessoa.

Até aí tudo bem, se pensarmos que isso nos deixa mais alerta, mais animado….

Mas o grande problema está na quantidade que consumimos dessa substância. Além de ter crescido o consumo de café na vida das pessoas, outros alimentos que também contém cafeína entram na lista de riscos que aumentam quadros como: ansiedade, irritabilidade, insônia, e muitos outros problemas associados.

E como sabemos, as crianças tem o hábito de “copiar” o que fazemos. Seja no modo de falar, agir e principalmente comer.

Além de achar muito cedo crianças na faixa dos 12 anos tomarem café, a quantidade consumida mesmo que junto com o leite tem sido em média mais do que a metade do copo.

Resultado disso, como foi dito anteriormente, temos crianças mais ansiosas, com dificuldades para conseguirem dormir e muitas vezes com quadros de irritabilidade altos, dores de cabeça constantes, etc.

Por ser considerada uma droga, a cafeína vicia. E se deixarmos de lado o fator animador que ela nos causa, veremos que está mais do que na hora de procurarmos outras alternativas para nos sentirmos melhor e mais dispostos no dia-a-dia.

Atividade física e uma alimentação em dia fazem uma grande diferença para essa meta.

Veja mais em: scielo.br

O Iphone te ajuda a cozinhar e ficar atento as calorias

Quem tem Iphone sabe que o número de aplicativos disponíveis parece não acabar mais.

Separei dois para mostrar aqui no blog os quais parecem ajudar muito quem não tem muita habilidade na cozinha ou apenas quer aprender receitas novas. E um que ajuda as pessoas que gostam de um bom hambúrguer com batata frita mas se preocupam com a quantidade de calorias.

Os dois são em inglês, mas basta ter um leve conhecimento da língua para desfrutar…



O DinnerSpinner que pode ser encontrado em duas versões, a normal e a pro, mostra vários pratos inclusive receitas de chefs famosos segundo o desenvolvedor.

Ao clicar no aplicativo, você terá as fotos dos pratos para escolher, os ingredientes que serão usados na receita e o modo de preparo.

No site, você consegue conferir ainda uma tabela comparativa sobre a versão normal e a pro.

Sendo de graça a versão simples, e $2.99 a pro.



Já o Fast Food Calorie Counter exibe vários restaurantes bem conhecidos de fast food contendo as calorias dos principais pratos.

Mesmo sendo em inglês, há vários restaurantes em comum vistos aqui no Brasil, como: McDonald’s, Applebee’s, Burguer King, Pizza Hut, Starbucks, etc.O custo do aplicativo é de $0.99.


E para quem não possui um Iphone, consegui separar uma tabela que mostra também as calorias de alguns alimentos que gostamos de comer fora, tem bem menos restaurantes mas ainda assim da para conferir alguns lugares bem populares.

O efeito da carência de vitamina A no organismo


Um estudo realizado pela Universidade de Valência na Espanha,

mostra que a deficiência da vitamina A no organismo humano acaba afetando o metabolismo catabólico das proteínas e induzindo assim o aumento de enzimas do ciclo da uréia (o qual é responsável por eliminar substâncias tóxicas, como a amônia).

A vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, é sintetizada a partir do colesterol que ingerimos através da dieta.

Desde de pequenos ouvimos que cenoura faz bem para a visão, e isso porque ela contem uma grande quantidade de vitamina A. Uma cenoura pode conter em média até 1mg da vitamina.

Juntamente com os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios), as vitaminas regulam reações que ocorrem no nosso metabolismo.Portanto, se não temos a quantidade necessária das vitaminas que deveríamos ingerir acabamos deixando de realizar essas reações metabólicas.

Isso não danifica apenas uma parte do corpo mas sim o organismo como um todo. Resultando alterações gerais no metabolismo energético.

O estudo ainda mostra que o grupo de ratos que apresentava deficiência da vitamina A, apresentou taxa de crescimento e peso alteradas.

Fontes como a já citada cenoura, abóbora, mamão, gema de ovo, manteiga e fígado são uma boa para estar com as doses recomendadas em dia…

Veja mais em:
Deficiência da vitamina a e associações clínicas 

As recomendações diárias variam de acordo com a faixa etária e o estado nutricional da pessoa.Consulte sempre seu médico e nutricionista.

*imagem:devianart 

Alimentação na meia idade


Estamos acostumados a nos alimentar conforme aprendemos com nossa família. Temos hábitos diferentes, costumes diferentes e crenças diferentes na hora de sentarmos a mesa.

E isso fica mais definido conforme vamos envelhecendo. Por isso, é mais difícil nos acostumar com algum tipo de comida diferente e dieta estabelecida.

É ai que entra a questão da nutrição na meia idade.

Estudos afirmam que a desnutrição no idoso de hoje tem sido cada vez mais frequente. Isso implica não só na perda de massa magra (músculos), mas também na carência de vários nutrientes importantes como cálcio – importante na prevenção da osteoporose; ferro – contra anemia; vitaminas – para o metabolismo energético e funcional entre outros. Que aparecem em decorrência de uma baixa ingestão calórica e consequentemente falta desses nutrientes.

Como consequência, temos o comprometimento do nosso sistema imune, ficando mais propenso a doenças, falta de energia, de ânimo e de capacidade psicomotora.

Até mesmo doenças como o Alzheimer, entram na questão de ser evitada com uma boa alimentação e com o controle de hábitos como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o fumo, sedentarismo e a necessidade de certos medicamentos durante a vida.

Fatores que prejudicam também a atividade do pâncreas, sendo mais frequente o número de pessoas na meia idade que apresentam diabetes tipo II – não dependentes de insulina mas com baixa captação por falta de receptores.

E os suplementos?

Os suplementos funcionam em parte para a melhoria da condição de carência de certo nutriente. Mas vale lembrar que quando nos alimentamos há vários fatores que influenciam tanto a boa quanto a má absorção, por isso a melhor forma para estarmos sempre em dia com a saúde é através do alimento. Usando a suplementação somente em casos de maior gravidade.

A preocupação diante das pessoas mais velhas, deve estar no modo em que é preparado o alimento, que tipos de alimentos estão sendo usados diante de cada refeição, e procurar sempre incentiva-los a experimentar coisas diferentes.

Assim como fazemos com as crianças. Lembrando sempre de respeitar os aspectos culturais e qualidade de vida.


Artigo 

Uma colher de peso
























Na hora de fazer um bolo, seguir uma receita ou até mesmo para ver se a quantidade de ingredientes usados no dia à dia está sendo adequada, muitas vezes usamos as tradicionais colheres de medição. Aquelas divididas em colher de sopa, colher de chá, colher de café…..

Mas infelizmente, o tamanho dessas colheres não é padronizado. Podendo trazer uma leve ou até mesmo uma significativa diferença na receita.

Para isso, foi lançada uma “colher balança”, pela Sunartis. Com ela você consegue ter o valor exato da quantidade de alimento usado tanto em gramas quanto em onça.

O mínimo que a colher consegue detectar é de 0,1g indo até 300g. Funciona a bateria e desliga automaticamente após 2 minutos sem uso.

Por enquanto não encontrei em nenhuma loja por aqui no Brasil, mas há várias lojas americanas que vendem pela internet.

O preço médio é $24,99 dólares.

Feijão branco para manter a saúde e a boa forma


A comida mais famosa e mais bem aceita na mesa dos brasileiros, tem sido durante anos o arroz com feijão.

Diante desse fato, vemos em sua maioria o consumo tanto do feijão carioca quanto do feijão preto tipicamente usado para fazer feijoadas.

Um dos tipos mais saudáveis dessa leguminosa no entanto, é o chamado feijão branco.

Por conter grande quantidade de proteínas , as quais ajudam a diminuir a velocidade de absorção do açúcar que consumimos durante as refeições, acaba sendo uma boa sugestão aos diabéticos, e também pra quem está querendo perder peso.

E claro, para qualquer pessoa que esteja procurando adequar a alimentação com um objetivo saudável.

É rico também em fibras, que vão diminuir o colesterol no sangue e novamente contribuir para a regulação da glicose; vitaminas do complexo B e minerais como fósforo, ferro e zinco.

Porém, não adianta encher o prato de carboidratos e devorar vários doces e depois recorrer ao feijão branco pensando na diminuição do tempo de absorção da glicose.

Tanto na forma fria colocado em pratos de salada quanto na forma cozida, é uma ótima opção para mantermos o corpo saudável.

As recomendações diárias podem variar de acordo com a idade e o estado nutricional de cada um. Consulte sempre seu médico e nutricionista.

Veja mais em: scielo.br

Obesidade em foco





Cada vez mais e mais e mais e mais…temos visto matérias em jornais, revistas e até programas de televisão que já estão se rendendo ao assunto.

Notas em que a questão de peso deixou de ser tratada como apenas uma “frescura” de mulheres querendo alcançar o corpo perfeito, para mostrarem de fato a importância de entendermos como uma patologia.

Transtornos alimentares estão inundando consultórios médicos, nutricionais e hospitais.

Dieta, exercícios, medicamentos, cirurgia………………..

Qual é o papel de nós profissionais da saúde em relação a isso?

E onde entra a responsabilidade do paciente sobre suas próprias ações diante ao tratamento estabelecido?

Acho que esses são os principais pontos no tratamento a obesidade.

A partir do momento em que a pessoa resolve procurar um médico e um nutricionista, deve entender que a conduta para melhora de vida deve partir obrigatoriamente dele. Nós profissionais da saúde somos responsáveis pela segunda parte, orienta-los e ajuda-los nessa busca.

De minha parte acho que o problema não para por aí.

Obesidade não deve ser tratada como uma questão pessoal, já vi muitas pessoas que acham que é mais um problema psicológico e que a culpa de o indivíduo ter chegado a tal peso, é somente dele. Ou dos pais que não souberam dizer não!

De fato, os pais tem contribuído muito para a má alimentação das crianças. Escolas e suas cantinas também entram nesse grupo.

Mas por que isso acontece tanto? Acredito que nenhum pai queira propositadamente fazer mal à seu filho.

Má informação é a resposta! Sem contar que as indústrias de alimentos contribuem muito para isso. Elas querem que você compre cada vez mais e mais de seus produtos. E como fazem isso?

Estamos acostumados a “comer com os olhos”, e isso para as indústrias é maravilhoso.

Ficamos sufocados ao entrarmos na fila do supermercado com todos aqueles produtos “engordativos” em cima de nós.

Desde a embalagem à chegada dos alimentos as prateleiras, tudo é pensado de forma objetiva para que atraiam sempre a atenção de seus consumidores.

Hoje, os americanos tem a sorte de contar com a ajuda da Primeira Dama Michelle Obama, que entendeu que muito mais do que um problema de saúde pessoal, a obesidade é em primeiro lugar um problema de saúde pública.

Gastamos muito mais em seu tratamento, não só em remédios mas em hospitais e cirurgias, do que na sua prevenção e qualidade de vida.

Faltam iniciativas do ministério da saúde em relação a tudo isso. Deve-se estabelecer mais regras às empresas de alimentos.

Escolas devem educar seus alunos desde pequenos sobre alimentação correta.

E os pais também devem buscar se informar melhor para qual a melhor forma para alimentarem seus filhos.

Mais do que estarmos corroendo nosso corpo e nossa saúde, estamos levando nossos filhos para o mesmo caminho. E com números cada vez maiores….




Veja mais na matéria publicada no Jornal Americano NYtimes – What It Takes to Fitght Obesity

Bonito por fora e "limpinho" por dentro


Publicado no jornal australiano Sydney Morning Herald de hoje, uma matéria na qual restaurantes devem implantar novas leis de higiene.

Cafés e lojas de comidas rápidas também entram nos requisitos impostos pelo Governo australiano.

A medida não é obrigatória, mas ao entrar no programa de classificação o qual está sendo dotado como ‘pontuações sobre porta’ o estabelecimento terá três formas de classificação – A, B ou C e terá de permanecer com a classificação estabelecida por pelo menos 12 meses. Segundo as autoridades australianas a categoria B e C seriam um nível razoável para os padrões de higiene que são impostos pela vigilância.

Os locais que ainda estão aguardando pela aceitação ficam com a classificação P que designa o termo de pendência.

Estamos acostumados a nos impressionar pela apresentação externa dos restaurantes e cafés que frequentamos, desde a pintura das paredes até a mesa.

Mas nos esquecemos que se tratando de comida, há muito mais para nos preocupar.

Uma das coisas que mais me incomoda é que vários restaurantes permitem a “visitação” dos clientes a suas cozinhas. E na hora que o cliente decide ver como funciona a higiene desse lugar se esquece da coisa mais importante: a vestimenta adequada para entrar em uma cozinha industrial.

Algumas cozinhas se quer oferecem a “touquinha” para o cabelo.

A Austrália será a primeira a implantar o sistema de classificação . Mas cidades como Londres e Los Angeles possuem esquemas semelhantes a esse.

Enquanto não temos tais preocupações das autoridades brasileiras por aqui, só nos resta prestarmos mais atenção nos lugares que vamos comer.

Idéia de chinês…


Muito se fala em quantidades e porções na área da nutrição, mas na hora de fracionar o que vamos comer sempre fica a dúvida se estamos mesmo comendo a quantidade certa.

Foi pensando nisso, que o designer chinês Li Jianye criou uma espécie de marmitex no formato de uma pirâmide alimentar.

Dividida em 3 partes, uma para cereais e massas, outra para frutas e vegetais , deixando a menor parte que fica no topo da pirâmide para as carnes. Embora não siga a risca a pirâmide alimentar tradicional (se formos levar em conta todos os grupos de alimentos necessários), acaba sendo uma boa para criançada levar para escola, ou até mesmo para as pessoas que almoçam fora de casa todos os dias ou no trabalho.

Conseguimos ainda encontrar em algumas daquelas lojas de utilidades típicas americanas, uma opção que faz com que a pessoa leve uma refeição menos calórica. Destinada para aqueles que estão em um momento dieta…embora mostre ter medidas suficientes para um almoço completo.

E você, levaria um desses?

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Nutrição X Câncer de Mama


Na maioria das vezes em que penso sobre o assunto, me pergunto se as pessoas pensam de fato que não há uma fórmula mágica que diz prevenir os mais diversos tipo de câncer, mas sim um conjunto de ações propostas pela medicina.

Quando se trata de câncer de mama, podemos falar que há um fator determinante encontrado em vários estudos já realizados: a relação da taxa de estrógenos produzidos e depositados na corrente sanguínea.

O estrogênio é conhecido como o “hormônio da mulher” , é ele o responsável pelas curvas que dão a feminilidade a todas elas.

Conhecido como estradiol, tem importante atuação no ciclo menstrual. Sendo sintetizado logo nas primeiras semanas da primeira menstruação.

Acontece que quando comemos gordura em excesso, nosso fígado irá transformar parte dela em estrogênio. Este que quando está em maiores taxas no organismo por induzir a proliferação das células acaba sendo um grande risco para a formação de tumores mamários.

É importante ressaltar que há pessoas que apresentam maior “tendência” a essa formação. Portanto a não ingestão de gordura em excesso nem sempre será um fator determinante. Apenas funcionando como uma prevenção e melhoria de via subsequente.

Ao longo do caminho, você verá mais fatores nutricionais que podem ajudar na prevenção do câncer aqui no blog.

Veja mais em scielo.br