quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Nutrição Funcional, pela Nutricionista Neiva dos S. Souza

Matéria super especial feita e enviada pela Nutricionista Neiva dos S. Souza, formada pelo Centro Universitário São Camilo que também fez parte da equipe de obesidade infantil da FMUSP.


A Nutrição Funcional não se limita à prescrição de alimentos funcionais como muitas pessoas pensam. É uma Ciência muito mais complexa, que tem como principal objetivo restabelecer o equilíbrio das funções do organismo humano por meio de estratégias específicas, focadas na individualidade bioquímica de cada pessoa.
Baseando-se em pesquisas científicas e com foco na avaliação dos aspectos bioquímicos de cada indivíduo, os Nutricionistas que fazem especialização em Nutrição Funcional buscam compreender a interação entre os diversos sistemas de nosso organismo – que incluem o funcionamento físico e emocional –, rastreando sinais, sintomas e características de cada paciente, relacionando todas estas características com o histórico de vida e fatores genéticos, e fazendo uma inter-relação de todos estes fatores com possíveis desequilíbrios nutricionais, considerando, ainda, outros aspectos tais como a exposição às toxinas ambientais, história individual de doenças, hormônios, uso de medicamentos, estilo de vida, alimentação e a prática de atividade física.

A partir deste rastreamento, as condutas são direcionadas para a correção dos desequilíbrios do organismo, que, por sua vez, podem resultar em sobrecarga do sistema imunológico e desencadeamento de “processos alérgicos” tardios. Estes desequilíbrios podem, ainda, provocar diversas doenças crônicas como, por exemplo, a obesidade, depressão, artrite, reumatismo, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento, alterações cutâneas, desordens estéticas e redução do rendimento físico.
As condutas terapêuticas da Nutrição Funcional são baseadas em cinco princípios básicos:
1º Individualidade Bioquímica: este é o princípio que norteia a terapia nutricional funcional, no qual considera-se a interação entre a individualidade genética e fatores ambientais (incluindo hábitos alimentares, toxinas, poluentes, estresse mental e atividade física), que irá resultar em uma modulação genética, determinando diferentes respostas celulares para a saúde ou doença. Assim, cada indivíduo apresenta uma necessidade ou carência nutricional específica, que sofre ingerência do ambiente em que vive.
2º Tratamento centrado no paciente: norteando todos os outros princípios, a individualidade bioquímica é o pilar do tratamento nutricional, no qual o foco é centrado no paciente e não na doença.
3º Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes: a absorção e o aproveitamento dos nutrientes pelas nossas células dependem não só de uma oferta em quantidades adequadas, mas também do equilíbrio entre estes nutrientes e de sua biodisponibilidade dentro do organismo (que dependerá de diversos fatores como a origem do alimento, sua forma de conservação e preparo, a condição absortiva e a necessidade individual de cada um desses nutrientes).
4º Inter-relações em teia de fatores fisiológicos: como descrito anteriormente, a Nutrição Funcional busca compreender a interação entre os diversos sistemas do organismo, relacionando com os desequilíbrios orgânicos. Assim, por meio da utilização da teia da Nutrição Funcional (uma ferramenta essencial para esta Ciência), é possível organizar o raciocínio para a compreensão da inter-relação mútua entre os processos bioquímicos de nosso corpo – na qual um processo influencia o outro – e corrigir a causa dos desequilíbrios, o que vai além de cuidados paliativos sobre os sintomas.
5º Saúde como vitalidade positiva: devemos ter a consciência de que o termo saúde não se refere simplesmente à ausência de doenças. Saúde é o resultado da relação positiva entre os todos os sistemas de nosso organismo. Assim, vitalidade positiva significa atingir a saúde de forma integral. É viver com vida!
Os Nutricionistas com especialização em Nutrição Funcional atuam em diversas áreas como a esportiva (em clubes e academias), em hospitais, empresas, clínicas e escolas.
A introdução da Nutrição Funcional em nosso país é recente, ocorrendo em 1999 pelo Nutricionista e Farmacêutico Gabriel de Carvalho, contando com o respaldo científico do The Institute For Functional Medicine nos EUA e do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional (atual Sociedade Brasileira de Nutrição Funcional – SBNF) fundado em 2004.
Saiba mais, acessando:
- VP Consultoria Nutricional: www.vponline.com.br
- Site do Dr. Gabriel de Carvalho: www.funcional.ntr.br
- Sociedade Brasileira de Nutrição Funcional (SBNF): www.cbnf.com.br
- Instituto de Nutrição Avançada: www.inavancada.com.br

Referências:
VP CONSULTORIA NUTRICIONAL. Disponível em: <http://www.vponline.com.br>.
CARVALHO, G. O que é Nutrição Funcional? Disponível em: < http://www.funcional.ntr.br>.
PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.L. Nutrição Clínica Funcional: dos Princípios à Prática Clínica. São Paulo: Valéria Paschoal Editora Ltda, 2007.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tem novidade no blog – Fruta da época

Agora, toda semana você vai poder conferir uma matéria sobre uma fruta que esteja em época boa de colheita. Além de economizar com a dica, você também confere todos os nutrientes e benefícios que a fruta traz.

O inverno está se despedindo e a primavera vem aí, com isso nada melhor do que lembrarmos que será ótimo para comprarmos morangos.

Isso mesmo, o morango que fica ótimo em uma tigela de leite com cereal tem sua melhor safra entre julho e novembro.Stawberry_Heaven_by_SendMeButterflies

Além de ser rico em vitamina A e vitamina C – o que faz dele um super alimento antioxidante, responsável por combater os radicais livres – , o morango também possui fósforo, ferro, potássio, cálcio e a tão querida fibra.

Mas é importante ressaltar que para ter o efeito antioxidante, deve-se consumir a fruta inteira, ou pelo menos cortar o mínimo possível. Já que quanto maior o contato com o oxigênio, mais fácil de se perderem as parte antioxidantes. Se for o caso de um suco, consumi-lo então num tempo curto, não deixando exposto em cima da mesa ou na geladeira.

 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Por que não começar hoje?

   Muitas pesquisas relatam os benefícios da pratica da exercício físico , estes para as funções cognitivas,transtornos de sono e humor; porém ainda há uma carência de pesquisa nesta área.Frente a esta falta de pesquisas novos estudos estão sendo desenvolvidos a fim de esclarecer a influencia do exercício físico na qualidade de vida e no comportamento humano.

Os ritmos circadianos controlam muito de nossas funções fisiológicas , como o desempenho durante cerca de 24 horas.Esses ritmos são influenciados pela atividade física , podendo provocar alterações no ciclo sono- vigília e hormonais por exemplo. As conseqüências do exercício praticado em diferentes horas do dia pode ter influencia na elevação da temperatura corpórea.

catsO exercício físico pode aumentar a liberação do hormônio melatonina, demonstrando uma relação direta com marcadores biológicos relacionados ao ciclo sono-vigília.Já a prática de atividade noturna pode atrasar a curva circadiana de TSH (hormônio que induz a maior ou menor atividade da tiroide) e melatonina(regulação dos ciclos de atividade-repouso e sono/vigília assim como a regulação do sistema imunológico) o deslocamento da fase é determinado pela intensidade e duração exercício levando em consideração se o indivíduo é ativo ou sedentário.

A prática de atividade física pode influenciar no sono, sobre tal afirmação foram feitas três hipóteses :

Primeira termorregulatória, relata o aumento da temperatura corporal, como conseqüência da atividade física,ajudando na liberação do sono, pois estimula os mecanismos de dissipação do calor que induz o sono.

A segunda hipótese, conservação de energia, o aumento do gasto energético causado pelo exercício durante a vigília cresceria a necessidade de sono para alcançar um balanço energético positivo.

A terceira hipótese, conhecida como restauradora ou compensatória, a alta atividade catabólica durante a vigília diminui as reservas energéticas, crescendo a necessidade de sono, ajudando a atividade anabólica .

A intensidade e o volume da atividade física são muito importantes, quando a sobrecarga no exercício é elevada até um nível ideal, existe uma melhor resposta na qualidade do sono ; entretanto quando a sobrecarga do exercício é extremamente alta, ocorre uma influência negativa sobre a qualidade do sono. O sono de indivíduos ativos é melhor que o de pessoas sedentárias, os estudos especulam que com um bom sono existirá menor cansaço durante o dia assim melhorando a disposição para a prática de atividade . O sono profundo pode ser alterado variando com a intensidade , duração do exercício, e da temperatura corporal ;assim mostrando que o sono pode variar de acordo com a intensidade do exercício,duração,quando e o tipo de atividade.

Estudos relataram que a prática do exercício físico para a população em geral está associada à ausência ou a poucos sintomas depressivos ou de ansiedade. Mesmo em pessoas clinicamente diagnosticadas com depressão , a prática de atividades mostra-se eficaz na diminuição da sematologia relacionada à depressão. É muito importante determinar como ocorre a diminuição da variação do humor, após o exercício. Os benefícios da prática de exercício físico causam aumento dos níveis de qualidade de vida das populações que sofrem dos transtornos do humor. Tanto o exercício aeróbio como o anaeróbio devem dar privilegio no aumento temporal da prática do exercício e não no aumento da carga de trabalho .

Estudos relatam uma relação entre o aumento da capacidade aeróbia e a melhoria das funções cognitivas , estudos comprovam que as pessoas ativas possuem menos chances de ter problemas neurológicos que as sedentárias, pois a atividade aumenta o transporte de oxigênio para o cérebro , a síntese e quebra de neurotransmissores, como a diminuição da pressão arterial, dos níveis de colesterol, dos triglicérides, a inibição da agregação plaquetária, o aumento da capacidade funcional do indivíduo e a melhora da qualidade de vida.

Indivíduos que estão se recuperando de problemas relacionados com o consumo de álcool ,possuem indicações para a prática de atividade física poderá causar uma melhora generalizada no funcionamento do organismo, das funções corporais que foram prejudicadas pelo uso crônico de álcool, como o metabolismo hepático e as funções cognitivas.

É possível concluir que a prática de exercício físico sistematizado pode trazer inúmeros benefícios físicos, quanto mental do ser humano, causando benefícios na qualidade de vida.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

O glúten e a doença celíaca

O glúten por definição é uma proteína encontrada em alimentos a base de trigo, cevada, centeio, aveia e malte. Ele é responsável por proporcionar maior consistência nesses alimentos.

Mas por que as embalagens de alimentos alertam sobre a existência dessa proteína?

Algumas pessoas não conseguem digerir corretamente o glúten por falta de uma enzima, com isso o glúten agride e danifica as vilosidades do intestino, prejudicando a absorção dos nutrientes. A má absorção torna-se um problema sério que resulta em perda de vitaminas, minerais e calorias.

Definida como doença celíaca, que pode se manifestar desde os primeiros anos de vida ou então começar a causar problemas com o indivíduo já adulto.

GLUTEN“Clássica descrição da doença celíaca  foi feita há mais de 100 anos por Samuel Gee, em 1888, sob a denominação de "afecção celíaca", relatando as seguintes características: "indigestão crônica encontrada em pessoas de todas as idades, especialmente em crianças entre 1 e 5 anos.

No entanto, foi durante o período da Segunda Guerra Mundial que se associou os efeitos deletérios de certos tipos de cereais à doença celíaca. Neste período, Dicke, um pediatra holandês, observou que durante o período de racionamento de trigo na segunda Guerra Mundial, a incidência do "sprue celíaco" havia diminuído muito. Posteriormente, quando os aviões suecos trouxeram pão para a Holanda, as crianças com doença celíaca voltaram rapidamente a apresentar sintomas, confirmando a importância do trigo na gênese da doença.”

Arq. Gastroenterol. vol.36 no.4 São Paulo Oct./Dec – Scielo.br

Os sintomas da doença começam com dor e distensão abdominal, diarréia, perda de peso, dores musculares. E com o agravamento da doença, alterações menstruais, de pele, lesões bucais, hipotensão arterial, edema, náuseas, vómitos e podendo até se agravar à um quadro de hemorragia e alterações neurológicas.

Segundo a faculdade de Brasília (UnB) cerca de 1 em cada 600 brasileiros apresentam a doença e por tanto precisam tomar cuidado na hora de escolherem o alimento.

Já as pessoas que nunca apresentaram nenhum problema com a forma de digestão do glúten, não há nenhuma contra-indicação de uso.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Nutrição inteligente: Dicas para diminuir os sintomas da TPM; parte ||

Durante a menstruação ocorre  uma mudança no comportamento alimentar ,foram publicados  alguns textos sobre o ciclo menstrual ,alterações metabólicas e alimentares que foram juntamente  avaliados  com a orientação nutricional a pacientes do sexo feminino.Principalmente na área de controle de peso, é possível supor a existência de uma relação da fase do ciclo menstrual com mudanças nutricionais e de comportamento alimentar que, caso ignorada, pode atrapalhar tanto o diagnóstico quanto a conduta nutricional.
Uma divisão simplificada do ciclo, adotada considera duas fases: a folicular, compreendendo o período do sangramento até a ovulação (inclusive), e a lútea, que começa  logo após, e prolonga até o início do sangramento. Em relação aos níveis hormonais, a fase folicular caracteriza-se pela presença de hormônio folículo-estimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH) e estrógeno, os quais levam ao crescimento do folículo ovariano e à ovulação. A fase lútea é  diferenciada pelo aumento dos hormônios estrógeno e progesterona. O decréscimo destes dois hormônios ocorre com a diminuição do corpo lúteo (quando não ocorreu fertilização),  levando ao sangramento.
Os hormônios femininos sexuais endógenos e exógenos influenciam o funcionamento cardiovascular, respiratório e metabólico. (Essas alterações estão associadas à fase lútea, quando se elevam os níveis de progesterona: aumento da temperatura corporal (0,3–0,5ºC), hiperventilação),  aumento  do volume plasmático (que começa a aumentar dois dias após a ovulação e atinge um pico máximo 2-3 dias antes do sangramento).
Há anos foi reconhecido a existência de transformações cíclicas no peso corporal ,eletrólitos  e metabolismo de água no durante do ciclo menstrual .Sabe-se  que a progesterona é o hormônio responsável por retenção de líquidos e sódio na fase pós-ovulatória.Estudos  encontraram mudanças em relação ao peso nas fases correspondentes ao sangramento e à ovulação ,podendo ter um ganho de até 2,25kg após a ovulaçãoAcabe-com-a-compulsão-alimentar. As mudanças de peso que ocorrem no decorrer do ciclo menstrual podem ser um efeito colateral em usuárias de contraceptivos orais, foram verificados que as mulheres usuárias de contraceptivos orais ingerem mais lipídios e menos glicídios, em comparação com as não usuárias,  o que leva a hipótese de que os hormônios gonadais( hormônios sexuais) poderão influenciar a seleção alimentar, contribuindo para um maior ganho de peso, mesmo sem haver  aumento de ingestão energética.
Pode ocorrer uma menor sensibilidade à insulina pela influencia da progesterona na fase lútea, o que poderia influenciar na captação de glicose .Em relação a  outras alterações metabólicas, sobre oscilações de lipoproteínas durante o ciclo menstrual, o HDL-colesterol (“colesterol bom”) é mais alta na fase folicular (quando o estrógeno está em seu nível máximo) que no sangramento, e o LDL-colesterol  ( “ colesterol ruim”)é mais baixo na fase lútea (quando estrógeno e progesterona estão mais elevados) que na folicular.
Os hormônios sexuais femininos podem influenciar no metabolismo de magnésio ,cálcio e vitamina D ;o estrógeno age regulando o metabolismo do cálcio, na absorção intestinal deste mineral. Já o  ferro também é  influenciado pelo ciclo menstrual ,pois valores de hemoglobina  são mais baixos em mulheres que se encontravam em períodos de sangramento.
A TPM( Tensão pré mesntrual) é um dos distúrbios mais comuns a afetar as mulheres; a maioria delas passa diferentes  alterações durante o ciclo menstrual que podem causar mudanças desconfortáveis  no estilo de vida normal destas. A TPM é caracterizada por: sensibilidade no seio, cólicas, constipação ou diarréia,  retenção hídrica com ganho de peso, fadiga, alterações no humor (irritabilidade, choro, depressão,  hipersensibilidade emocional), insônia, suor nas extremidades,  dor de cabeça, desmaior,tontura, variações no apetite e no comportamento alimentar (compulsão alimentar), problemas de concentração, menor rendimento, dores no período que ocorre a  ovulação e aparecimento de acnes.Sob o ponto de vista nutricional, acredita-se que esses sintomas irão influenciar o  comportamento nutricional, diagnóstico nutricional e a orientação dietética realizada.
Para amenizar os efeitos da TPM recomenda-se: tirar o açúcar, sal, cafeína, álcool, carne vermelha e outros alimentos gordurosos da dieta ; comer 4-6 refeições ao dia e não pular as refeições; ingerir grandes quantidade de líquidos; praticar 20-30 minutos de exercício físico, três vezes por semana (corrida, caminhada, ciclismo, natação);  buscar realizar métodos  de relaxamento (respiração profunda, ioga, meditação);  tentar não planejar atividades que causam estress  para essa fase . A terapia farmacológica discute  o uso de óleo de prímola (ácido gama-linoléico),  alguns diuréticos, ervas,  diferentes tipos de massagens,  suplementos vitamínicos ,acupuntura,  cálcio,  e hormônios .
O ciclo menstrual não influencia apenas o apetite e tamanho das refeições, ocorre também variações na escolha dos tipos de macronutrientes ingeridos e na seleção de produtos alimentícios, e bem como desenvolvimento de compulsão por determinados alimentos. Podem ocorrer alterações no paladar o que influencia na  escolha dos alimentos .Com o hormônio estradiol elevado, há uma maior sensibilidade aos doce , e  quando a progesterona aumenta,cresce a sensibilidade ao amargo.
Inúmeros aspectos do comportamento alimentar podem estar relacionados ao desenvolvimento de compulsões. Uma antes do sangramento (fase lútea) ,elas possuem compulsão tanto para doces como para salgados, estudos relatam que há um aumento de compulsões alimentares na fase pré-menstrual (antes do sangramento) a mais relatada é por chocolate,  o que pode estar ligada à composição rica em gordura , açúcar e à textura e ao aroma deste alimento.
Há uma extensa variação de sintomas relacionados ao ciclo menstrual, que ocorre desde as  manifestações mais leves até as mais graves( TPM). Infelizmente, estudos sobre as mudanças no metabolismo e compulsão alimentar não são conclusivos, por não haver muitos estudos sobre esse tema. Até agora não há  um protocolo a ser adotado durante a variação alimentar no decorrer  o ciclo, a avaliação de sintomas e comportamentos associados ao ciclo menstrual deveria integrar os procedimentos de rotina. Acredita-se  que as mudanças relatadas pelas mulheres são reais e não são falta de força de vontade para controlar; com isso  condutas específicas para diminuir os sintomas negativos poderão ser seguidas, bem como ações para ajudar a paciente a lidar com as compulsões alimentares que vão surgir.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O que são probióticos?

Hoje é fácil encontrar nas prateleiras dos supermercados iogurtes que trazem a propaganda de conterem probióticos e lactobacilos casei shirota.
Quando criança eu sempre achei divertido tomar Yakult por estar consumindo esses lactobacilos vivos.  
 Mas, o que eles são afinal? E como agem no nosso organismo?
Primeiro, é preciso dizer que os probióticos estão dentro do grupo de alimentos funcionais. Isso quer dizer que são alimentos que fornecem além da nutrição básica, benefícios a mais para o organismo. E, os probióticos e prebióticos seriam os aditivos alimentares que compõem esses alimentos funcionais.
Dessa forma, os probióticos são classificados como bactérias (microrganismos vivos) que quando consumidos, conseguem exercer efeito benéfico sobre o hospedeiro.
Os probióticos são ingredientes não digeríveis incorporados aos alimentos no sentido de selecionar determinadas bactérias da microbiota intestinal, por meio de sua atuação como um substrato seletivo no nível do colón (Ziemer, Gibson, 1998; Lee et al.,1999).
E o que isso significa? Em condições fisiológicas normais, essas bactérias probióticas exercem o efeito de defesa. Conseguem impedir a ação de microrganismos patogênicos no nosso intestino. A importância em consumir alimentos que contenham esses probióticos é que se há um desequilíbrio na flora intestinal, os microrganismos patogênicos conseguem se multiplicar com mais facilidade, podendo gerar então uma infecção intestinal.
· Além de aumentarem de maneira significativa o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos, pois ocorre um aumento dos níveis de vitaminas do complexo B e aminoácidos.
· Absorção acrescida de cálcio e ferro;
· Fortalecem o sistema imunológico, através de uma maior produção de células protetoras;
· Possuem efeito funcional benéfico no organismo, equilibrando a flora intestinal, atuando no controle do colesterol e na redução do risco de câncer;
· Possuem uma particular importância para os indivíduos com intolerância à lactose, devido ao aumento de uma enzima que facilita a digestão da lactose.
fonte: rgnutri


Para saber mais, leia o estudo completo: scielo.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Efeitos do álcool no organismo

 
O consumo e a fabricação de bebidas alcoólicas fazem parte de um costume presente na cultura da maioria dos povos. Apesar do interesse nas pesquisas relacionado à bebida alcoólica estar geralmente ligado a seus efeitos no sistema nervoso central, deve-se lembrar de que, uma vez que é obtido por meio de um processo natural decorrente da fermentação de alimentos que contêm açúcar, o álcool fornece 7,1 kcal/g .
O álcool tem a capacidade de suprimir as necessidades calóricas diárias de um indivíduo e/ou levá-lo ao sobrepeso, dependendo da quantidade, freqüência e modo de consumo. Mesmo com o aumento da atividade física nos indivíduos alcoolistas, muitas vezes isso não é suficiente para compensar a grande quantidade de calorias ingeridas. Assim, muitas pessoas dependentes de álcool apresentam obesidade, sobrepeso e até circunferência da cintura acima dos padrões esperados.
O trabalho à seguir discute o efeito do álcool no metabolismo energético e suas conseqüências no peso corporal.Verificou-se na área metropolitana de São Paulo que 30,8% da população consome habitualmente algum tipo de bebida alcoólica, a mais freqüentemente relatada foi a cerveja, seguida pela cachaça e pelo vinho.  Nos Estados Unidos, o álcool tem fornecido cerca de 6% a 10% das calorias diárias dos analisados, sendo relatado como o terceiro maior fornecedor de energia, logo após o pão branco e doces. Estima-se que o álcool fornece, dentro das calorias diárias dos norte-americanos, 5% da energia nos consumidores moderados (que bebem até sete doses semanais), chegando até 20% da energia para aqueles que bebem até 25 doses por semana.
O álcool é uma fonte de energia diferente de todas as outras, pois ele não pode ser estocado no organismo. Por ser uma substância tóxica, deve ser eliminado imediatamente . Assim, durante o metabolismo o cervejaálcool tem prioridade, o que altera outras vias metabólicas, incluindo a oxidação lipídica, o que favorece o estoque de gorduras no organismo, que se depositam na área abdominal . Para cada grama de álcool                 metabolizado, são formadas 7,1 kcal/g, uma fonte energética considerável, ao se comparar as proteínas (4 kcal/g), carboidratos (4 kcal/g) e lipídios (9 kcal/g).Acredita-se que pessoas habituadas a ingerir doses altas de álcool não seriam capazes de aproveitar toda caloria fornecida por ele.
Um trabalho aponta que nem todas as pessoas aproveitam as calorias do álcool da mesma maneira: as mais magras tendem a não aproveitar suas calorias de forma eficiente, ao contrário de indivíduos com IMC (Índice de Massa Corpórea) mais elevado. Ao introduzir, por três meses consecutivos, 30 g de álcool na dieta de pacientes, aqueles com IMC > 25 kg/m2 usaram a energia do álcool mais eficientemente do que aqueles com IMC < 25 kg/m2, que necessitaram de um suplemento calórico para conseguirem manter seu peso. Pode-se concluir que em obesos as calorias do álcool são mais bem aproveitadas, podendo até contribuir para o ganho de peso.                                                            
 As calorias fornecidas pelo álcool podem alterar o perfil dietético. A intensidade com que essas mudanças ocorrem e se manifestam no indivíduo está diretamente relacionada com a constância e quantidade na ingestão alcoólica. Sabe-se que o álcool supre o alimento na dieta de dependentes graves; portanto, o alcoolista grave é descrito normalmente como um paciente desnutrido, uma vez que a ingestão alcoólica substitui calorias e nutrientes adequados. Porém na ingestão moderada, o álcool pode ser uma fonte adicional de energia, sendo somada à dieta habitual da paciente. Esse tipo de fonte calórica é conhecida como "calorias vazias", uma vez que, apesar de seu alto valor energético, faltam nutrientes essenciais como proteínas e vitaminas. Deve- se considerar também a composição dos alimentos que são consumidos jutos com o álcool.
É de suma importância destacar que o álcool é apontado também como estimulador de apetite. Estudos que verificaram o consumo alimentar feito uma hora após ingestão alcoólica confirmaram esse dado ; em uma revisão bibliográfica atual, apontam que o álcool estimularia vários sistemas implicados no controle de apetite.
Quando a ingestão alcoólica supera 25% a 50% das calorias totais diárias, estas não são utilizadas eficientemente como fonte de energia, pois o excesso de calorias ingeridas na forma de álcool não pode ser estocado. Assim, ocorrem desvios metabólicos para priorização da desintoxicação do álcool, com perda significativa de energia, o que transforma o álcool em causa da desnutrição primária, pelo fato de deslocar os nutrientes da dieta e de desnutrição secundária, por ser responsável pela má absorção e agressão celular resultantes de sua toxicidade no organismo.
Pode-se concluir que no Brasil, como na maioria dos países da América Latina, a obesidade tem aumentado significativamente nas últimas décadas, a quantidade de álcool consumida, assim como a de alimentos ingeridos, é importante para repercutir no ganho de peso. É relevante também o fato de esse consumo alimentar ser adicionado ou substituído pelo álcool. E também o valor energético dos alimentos somado ao consumo alcoólico e o consumo deve ser observados na relação de ganho de peso
Deve-se lembrar que as respostas ao consumo de álcool são diferentes de um indivíduo para o outro e são determinadas por diferentes fatores, como o genético ( ainda desconhecido). Devemos questionar não somente se as calorias do álcool devem ser contabilizadas, mas também como elas são aproveitadas pelo organismo. O álcool encontra respostas diferentes , dependentes de cada indivíduo e o ganho de peso relacionado ao consumo de álcool segue a mesma tendência. O aumento do consumo alcoólico pode diminuir o ganho de peso, mas também aumenta a sua toxicidade. Nesse sentido, conhecer o valor calórico do álcool e analisar a quantidade diária consumida devem fazer parte da avaliação nutricional, a fim de que esse importante dado seja considerado tanto no cálculo dietético para controle de peso do indivíduo, como para caracterizar a desnutrição
*imagem:deviantart

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nutrição inteligente: Dicas para diminuir os sintomas da TPM

Todo mês, a mulher passa por alterações hormonais que acarretam não só em mudanças de humor, mas trazem uma série de desconfortos e limitações no seu dia à dia.
Cólica, irritação, diminuição de atenção, dores de cabeça, etc.
A boa notícia é que muitos desses sintomas podem ser amenizados com a alimentação certa e algumas mudanças de hábitos como atividade física.
Vitaminas e minerais são muito importantes para essa fase de estresse, por isso alimentos ricos em magnésio, vitamina B6, vitamina E e óleos vegetais são responsáveis por aliviar essa tensão.
Mas, aonde são encontrados esses nutrientes?
Para ter no cardápio:
- VITAMINA B6: cereais integrais, legumes, batatas, bananas, aveia
- VITAMINA E: óleos vegetais (principalmente de milho e de soja), manteigas, ovos, algumas hortaliças;.Frutas oleaginosas (castanhas, nozes e amêndoas)
- MAGNÉSIO: cereais integrais, soja, castanhas, chocolate, vegetais e frutas como abacate, banana, uva passa.
E o que se deve evitar?
Alimentos que contenham grande quantidade de sal, cafeína, frituras, alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas.
Vale lembrar que para que o organismo consiga aproveitar corretamente os nutrientes dos alimentos, nossa alimentação precisa estar sempre balanceada com a quantidade correta de cada grupo de alimento.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

IDEC afirma que adoçantes e bebidas light desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor

 
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor realizou uma pesquisa avaliando 24 embalagens de adoçantes de mesa, 25 de bebidas dietéticas e 4 de sucos em pó. E em nenhuma delas foram encontradas informações à respeito da quantidade de edulcorantes presentes no produto nem o IDA (Ingestão Diária Aceitável), tendo em vista uma grande chance de o consumidor ultrapassar as doses diárias recomendadas sem saber.
Com o ciclamato de sódio por exemplo, que é um dos edulcorantes mais utilizados em produtos como refrigerantes dietéticos e é contra-indicado para hipertensos e pessoas que apresentam doenças renais, se for consumido em doses maiores do que as recomendadas estaria comprometendo a saúde do consumidor por ser responsável por alterações genéticas e atrofia testicular.
“Se uma criança (de 30kg) consumir 1 lata de Sprite Zero, já excedeu o seu limite diário de ciclamato. O mesmo ocorre se um homem (70kg) consumir 2,8 latas de Coca-Cola Light Lemon ou se uma mulher (55kg) consumir 2 latas de Dolly Guaraná ou Limão Diet. (confira mais na tabela 1).”
Apesar de estudos mostrarem que o ciclamato de sódio não apresenta riscos de causar câncer, os Estados Unidos ainda proíbem sua utilização por relatos de alterações sanguíneas com seu uso contínuo. 
“Diante desse resultado, o Idec exigirá da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC, ligado ao Ministério da Justiça) providências para que seja criada uma regulamentação trazendo uma advertência ao consumidor sobre o perigo do consumo excessivo dos edulcorantes nos rótulos de cada produto.“"
Clique aqui para entender mais sobre edulcorantes e ver a nota completa publicada.

*Mais matérias sobre edulcorantes em breve.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ovo x Colesterol





Muitas pessoas excluem o ovo da dieta por medo das taxas de colesterol que ele apresenta, o que seria um bom motivo para gerar entupimento das artérias e doenças coronarianas.
Certo? – Não, errado.
Vários estudos tem mostrado que o ovo não só não é o grande vilão da história como também pode trazer vários benefícios à saúde.
Por exemplo: A escola de saúde pública de Harvard analisou uma população de 117 mil enfermeiros os quais foram divididos em grupos, desde os que comiam um ovo apenas por semana até os que comiam mais de dois ovos por dia. Esses indivíduos foram observados por um período de 8 à 14 anos e no final do estudo não foram encontradas diferenças no risco de doenças cardíacas e nem alterações no perfil lipídico dessas pessoas.
Outro estudo ainda, constatou que o consumo regular de ovos pode ajudar a prevenir coágulos sanguíneos, derrames e ataque cardíacos. E que mulheres que consumiram pelo menos 6 ovos por semana reduziram o risco de câncer de mama em 44%.
Mas, o que ele tem de tão bom?
Um ovo tem em média 70 calorias e fornece cerca de 6g de proteína de alta qualidade. Incluindo ferro, minerais e vitaminas do complexo B – incluindo o ácido fólico o qual é recomendado para mulheres grávidas. E são também uma importante fonte de carotenóides - luteína e zeaxantina, que são importantes na prevenção de doenças da visão.
Então…..ovo no café da manhã, almoço e mais um na janta pra fechar com chave de ouro?
Não. De fato o ovo contêm colesterol (com a maior concentração na gema), mas esses estudos foram baseados em pessoas que tem uma dieta equilibrada e com pouca gordura, e por isso não precisam se preocupar com o colesterol que vem no ovo. Como sempre, a melhor maneira de de desfrutar dos benefícios de um alimento é saber consumi-lo de forma moderada. Cada pessoa deve estar atenta a quantidade de gordura que deve ou não evitar. E sempre com o auxílio de um nutricionista.
Vale lembrar por fim que a melhor forma de consumir um ovo, é cozido. Já que não há adição de óleos, que além de aumentarem o valor calórico trazem mais gordura ao alimento.













*imagens:divant art



*USDA - United States Department of Agriculture

quinta-feira, 10 de março de 2011

Por dentro dos alimentos

Com uma equipe de trinta especialistas, dentre eles nutricionistas e dietistas, o site francês ShopWise traz uma combinação de produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados com a alimentação saudável.
O site é de fácil visualização e pra quem quiser dá para enganar a língua usando o tradutor de sites do Google.
Ao entrar no site e clicar no segundo item que se refere aos produtos (Les Produits) aparece uma relação de todos os alimentos separados em grupos de acordo com a sua classificação nutricional.
Daí em diante é só escolher um produto que você terá todas as informações da embalagem, desde tabela nutricional até os aditivos usados e tudo de uma forma bem interativa e explicativa.
 O mais interessante é que cada produto aparece com uma nota ao lado referente ao seus benefícios.
A equipe disponibiliza também na página inicial o aplicativo para quem possuí o sistema da Apple e Android. Com o aplicativo você consegue ainda ver a tabela nutricional com o peso do alimento que você escolher, todo o valor é mudado automaticamente.O único inconveniente nisso é que dessa forma o usuário terá o conteúdo visto apenas em inglês ou francês.
De qualquer forma os produtos vistos no site são claro, os encontrados nas prateleiras dos supermercados na França mas muitos deles tem uma versão da mesma marca no Brasil .  E enquanto não temos uma versão brasileira para este, vale a pena dar uma olhada e conhecermos melhor como são feitos esses alimentos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Remédios para emagrecer – guerra, ou aliança?

Ultimamente o assunto entre os Endocrinologistas, a Anvisa e entre os própios pacientes não tem sido outro: A proibição da venda dos medicamentos usados para emagrecer.
Depois que essa linha de remédios conhecida como Anorexígenos (inibidores de apetite) passou a ser proibida nas farmácias dos Estados Unidos, o Brasil entra na briga com a sociedade brasileira de endocrinologia.
Segundo a Anvisa, a população brasileira lidera o mercado mundial de consumo de anorexígenos. E no ano de 2009, foram vendidos no país três toneladas de Anfepramona; 1,8 toneladas de Sibutramina; uma tonelada de Fempropex e dois quilos de Manzidol.
Em nota a Anvisa diz ainda que os benefícios que esses medicamentos trazem aos pacientes não superam seus riscos.
Clique aqui para conferir a nota completa publicada pela Anvisa.
Por outro lado, a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo) defende que o uso desses medicamentos são necessários para a luta contra a obesidade e em parte para aquelas pessoas que não conseguem perder peso somente com a ajuda de mudanças alimentares e atividade física. E que essa prática seria ainda inclusa somente para o início da perda de peso, uma vez que o efeito psicológico gerado no indivíduo traria mais estimulo para continuar o tratamento.
Do ponto de vista clínico, uma vez que é receitado um medicamento a qualquer indivíduo, cabe ao médico ter ciência do histórico de doenças do paciente e de todos os riscos que o medicamento traz. Caso o contrário teríamos que ter tantos outros medicamentos burlados pelo mercado por possuirem riscos graves à população. Isto é, qualquer medicamento possui efeitos colaterais e riscos.
Entenda como a Sibutramina age:
10090921 *fonte:anvisa
Mas, aonde a Nutrição entra nessa discussão? Qual o papel dos nutricionistas diante dessa briga?
Bem, quando uma pessoa decide perder peso, a primeira coisa que ela quer é: Resultado. São vários fatores emocionais envolvidos, e em parte a falta de informação que há para essas pessoas faz com que essa busca seja limitada à uso de medicamentos, dietas que vão além da redução calórica necessária, terapias alternativas, entre outras.
O que a nutrição faz, é ensinar o paciente à se alimentar da maneira mais adequada ao seu organismo. Mas nem sempre, alias, na maioria das vezes o paciente precisa de muito mais do que orientação. Precisa de estímulo e de certa maneira de um “empurrãozinho”. Além de mudar o cardápio não podemos deixar de lado a importância que a atividade física tem. Até mesmo porque a idéia de funcionamento que os remédios para emagrecer trazem pode ser facilmente aproveitada por uma boa sessão de exercícios físicos.
No final das contas, a melhor maneira é juntarmos como sempre a nutrição com a ed. física, psicologia e claro, com a medicina.
Os endocrinoligistas e cardiologistas tem um papel fundamental nesse tratamento multidiciplinar, mas o que falta, é haver uma prudência maior ao receitar remédios para emagrecer. Afinal, cada paciente responde de forma diferente tanto ao tratamento quanto aos remédios. E é preciso também ter uma consciência maior por parte dos pacientes sobre o uso desses medicamentos, o que muda e o que cabe à própria pessoa fazer durante e depois do uso dos mesmos.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Objeto de desejo



















Bem mais do que uma balança projetada para mostrar o peso de um alimento, essa balança consegue ser uma verdadeira tabela nutricional.
Mas como funciona? – A balança vem com um acervo de 2000 alimentos em sua memória e ainda tem espaço para mais 99 serem personalizados. Dessa forma ao colocar o alimento sobre a balança além do peso, você terá informações como quantidade de carboidratos, proteínas, fibras, colesterol, sódio, gorduras e lógico…de calorias. Igual as tabelas nutricionais que encontramos nas embalagens de supermercados.
Você ainda consegue somar o que comeu no dia e salvar na memória.
Consegui achar dois modelos diferentes. A primeira que aparece na imagem acima chama Perfect Portions Nutrition Scale vendida no site thinkgeek.com por R$49.99.
E o segundo vendido pela Amazon.co.uk, um pouco menor e com uma tela não tão boa mas com a mesma funcionalidade por £39.99.

The Food Revolution



Ok, quem nunca ouviu falar sobre o chef Jamie Oliver?

Loirinho, sotaque britânico, confesso que nunca levei muito a sério seus programas e achava ele um tanto quanto exibido.

Mas depois de vê-lo no programa da Oprah (The Oprah Winfrey show), Jamie Oliver ganhou meu respeito.

Jamie aparece apresentando seu novo programa que teve estreia em março na TV americana:The Food Revolution ,junto à Ryan Seacrest (sim, o bonitão de American Idol), o qual ajudou a produzir o reallity show .

A ideia é basicamente uma: Mudar os hábitos alimentares dos americanos.

E logo no primeiro episódio Jamie vai à cidade considerada mais obesa dos Estados Unidos, Huntington – Oeste do estado da Virginia.

De cara é recebido com caras feias e pessoas que não entendem por que alguém pode chegar na cidade falando o que devem ou não comer.

Esse é um exemplo do que um dos moradores locais, o locutor de uma rádio da cidade, disse à Jamie em sua primeira entrevista quando chegou.

O programa mostra a alimentação real das escolas americanas, e o cardápio além de estar muito longe de ser adequado às crianças e adolescentes, não é nada digestivo: Como a pizza dada aos alunos logo no café da manhã.

Contudo, gera-se o maior alvoroço por conta da posição de Jamie na cozinha da escola. As merendeiras ficam bravas por ele estar se intrometendo no ambiente delas e é lançada uma grande discórdia.

O programa ainda mostra a geladeira de uma mãe, e lógico aparecem somente produtos congelados e processados. Toda a comida ingerida pela casa é colocada em uma mesa para mostrar o quanto ela está prejudicando sua saúde e ainda a saúde de seus dois filhos.

Tudo isso pra no final mostrar a todos que é possível sim se alimentar de uma forma gostosa e saudável ao mesmo tempo. E ensina vários truques e receitas para ter a comida certa em casa.

Cá entre nós, a grande questão é que…somos preguiçosos. A maioria dos pais hoje não gostam de cozinhar, não tem tempo para cozinhar e então preferem uma comida “fácil”(tirar do congelador e colocar no forno por alguns minutos).

Resultado disso não sabemos mais o que estamos comendo. O que realmente há nos alimentos industrializados?


O programa estréia dia 7 de agosto no GNT às 19:00

Calculadoras do bem

O medindia.net é um site americano que além de se manter atualizado na área da saúde, contém vários aplicativos para quem se interessa pela área.

Nele, há uma página que mostra várias calculadoras para você conferir através dos hábitos diários se está em dia com a saúde. Dá para calcular risco de obter osteoporose, diabetes e outras doenças, quantidade calórica dos alimentos, de minerais, quantidade gasta durante uma atividade física e muito mais.

Para acessar o site - Health Calculator

Leite de soja é a melhor opção?




Já perdi a conta do número de vezes em que vi mães falando por aí que agora só dão leite de soja para seus filhos.

Ok, vamos começar então pelo..começo!

Apesar de ser bem conhecido como leite de soja pela maioria das pessoas, na verdade ele é chamado de extrato de soja sendo que leite mesmo são os que provém dos mamíferos, como leite de vaca, de cabra…

Agora, qual a diferença entre o leite de vaca e o extrato de soja em relação aos seus benefícios?

O leite de vaca tanto na sua forma integral quanto na forma semi-desnatado e desnatado contém um dissacárideo chamado lactose.

Dissacarídeo são moléculas que contém dois monossacarídeos, sendo no caso da lactose: a galactose e a glicose.

Por conter dois monossacarídeos, para que consiga ser absorvido e utilizado pelas nossas células, esse dissacarídeo terá que passar por uma “quebra” durante a digestão. E para isso contamos com o trabalho de uma enzima, a lactase.

Acontece que algumas pessoas apresentam falta parcial ou até mesmo total dessa enzima no trato digestório. Resultado disso? Essas pessoas não conseguem digerir a lactose consumida, causando desconfortos abdominais, diarréias e vómitos.

Por conta disso essas pessoas devem deixar de consumir produtos que contenham lactose que são os leites e seus derivados. Em casos mais graves até mesmo uma bolacha é o suficiente para causar o desconforto.

E para isso temos o extrato de soja, que é isento de lactose. Indicado inclusive para mulheres que estão entrando na menopausa.

Existem ainda os leites que são feitos com a lactose parcialmente digerida. Dependendo do grau da intolerância podem ser consumidos. Para esses ainda o iogurte fermentado é uma boa alternativa por possuir lactobacilos que ajudam a digerir a lactose.

Contudo, o extrato de soja não deve substituir totalmente o leite de vaca no caso de pessoas que não apresentam nenhum tipo problemas de digestão.

Muito menos crianças pequenas que estão em fase de desenvolvimento. E apesar de hoje em dia encontrarmos no mercado extratos de soja fortificados com cálcio (importante mineral que ajuda no fortalecimento dos ossos) e vitaminas (entre elas, a vitamina D que é importante para absorção do cálcio), o leite de vaca ganha no quesito desses nutrientes em quantidade.

Se a preocupação é com a gordura do leite, tente trocar pelo semi desnatado ou até mesmo o desnatado.

Aqui vai um site muito legal que explica tudo sobre a doença e ainda mostra receitas especiais para quem tem esse problema: semlactose.com

Crianças devem consumir café desde cedo?


O café é uma bebida que ora é adorada, ora é odiada. Há ainda pessoas que dizem que adoram seu cheiro, porém detestam seu gosto.

De fato, o cheiro do café é muito bom. Quanto ao gosto, particularmente acho que é uma questão de costume. Quanto mais a gente toma, mais nosso paladar se acostuma com o gosto amargo e forte que o café dispõem.

É raro ver alguém pedindo um cafezinho descafeinado nos lugares, e com isso seu consumo tem sido associado por muitos anos à existência de sua substância mais poderosa: a cafeína.

A cafeína é um estimulante, ela atua no sistema nervoso central, aumentando assim o estado de euforia da pessoa.

Até aí tudo bem, se pensarmos que isso nos deixa mais alerta, mais animado….

Mas o grande problema está na quantidade que consumimos dessa substância. Além de ter crescido o consumo de café na vida das pessoas, outros alimentos que também contém cafeína entram na lista de riscos que aumentam quadros como: ansiedade, irritabilidade, insônia, e muitos outros problemas associados.

E como sabemos, as crianças tem o hábito de “copiar” o que fazemos. Seja no modo de falar, agir e principalmente comer.

Além de achar muito cedo crianças na faixa dos 12 anos tomarem café, a quantidade consumida mesmo que junto com o leite tem sido em média mais do que a metade do copo.

Resultado disso, como foi dito anteriormente, temos crianças mais ansiosas, com dificuldades para conseguirem dormir e muitas vezes com quadros de irritabilidade altos, dores de cabeça constantes, etc.

Por ser considerada uma droga, a cafeína vicia. E se deixarmos de lado o fator animador que ela nos causa, veremos que está mais do que na hora de procurarmos outras alternativas para nos sentirmos melhor e mais dispostos no dia-a-dia.

Atividade física e uma alimentação em dia fazem uma grande diferença para essa meta.

Veja mais em: scielo.br

O Iphone te ajuda a cozinhar e ficar atento as calorias

Quem tem Iphone sabe que o número de aplicativos disponíveis parece não acabar mais.

Separei dois para mostrar aqui no blog os quais parecem ajudar muito quem não tem muita habilidade na cozinha ou apenas quer aprender receitas novas. E um que ajuda as pessoas que gostam de um bom hambúrguer com batata frita mas se preocupam com a quantidade de calorias.

Os dois são em inglês, mas basta ter um leve conhecimento da língua para desfrutar…



O DinnerSpinner que pode ser encontrado em duas versões, a normal e a pro, mostra vários pratos inclusive receitas de chefs famosos segundo o desenvolvedor.

Ao clicar no aplicativo, você terá as fotos dos pratos para escolher, os ingredientes que serão usados na receita e o modo de preparo.

No site, você consegue conferir ainda uma tabela comparativa sobre a versão normal e a pro.

Sendo de graça a versão simples, e $2.99 a pro.



Já o Fast Food Calorie Counter exibe vários restaurantes bem conhecidos de fast food contendo as calorias dos principais pratos.

Mesmo sendo em inglês, há vários restaurantes em comum vistos aqui no Brasil, como: McDonald’s, Applebee’s, Burguer King, Pizza Hut, Starbucks, etc.O custo do aplicativo é de $0.99.


E para quem não possui um Iphone, consegui separar uma tabela que mostra também as calorias de alguns alimentos que gostamos de comer fora, tem bem menos restaurantes mas ainda assim da para conferir alguns lugares bem populares.

O efeito da carência de vitamina A no organismo


Um estudo realizado pela Universidade de Valência na Espanha,

mostra que a deficiência da vitamina A no organismo humano acaba afetando o metabolismo catabólico das proteínas e induzindo assim o aumento de enzimas do ciclo da uréia (o qual é responsável por eliminar substâncias tóxicas, como a amônia).

A vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, é sintetizada a partir do colesterol que ingerimos através da dieta.

Desde de pequenos ouvimos que cenoura faz bem para a visão, e isso porque ela contem uma grande quantidade de vitamina A. Uma cenoura pode conter em média até 1mg da vitamina.

Juntamente com os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios), as vitaminas regulam reações que ocorrem no nosso metabolismo.Portanto, se não temos a quantidade necessária das vitaminas que deveríamos ingerir acabamos deixando de realizar essas reações metabólicas.

Isso não danifica apenas uma parte do corpo mas sim o organismo como um todo. Resultando alterações gerais no metabolismo energético.

O estudo ainda mostra que o grupo de ratos que apresentava deficiência da vitamina A, apresentou taxa de crescimento e peso alteradas.

Fontes como a já citada cenoura, abóbora, mamão, gema de ovo, manteiga e fígado são uma boa para estar com as doses recomendadas em dia…

Veja mais em:
Deficiência da vitamina a e associações clínicas 

As recomendações diárias variam de acordo com a faixa etária e o estado nutricional da pessoa.Consulte sempre seu médico e nutricionista.

*imagem:devianart 

Alimentação na meia idade


Estamos acostumados a nos alimentar conforme aprendemos com nossa família. Temos hábitos diferentes, costumes diferentes e crenças diferentes na hora de sentarmos a mesa.

E isso fica mais definido conforme vamos envelhecendo. Por isso, é mais difícil nos acostumar com algum tipo de comida diferente e dieta estabelecida.

É ai que entra a questão da nutrição na meia idade.

Estudos afirmam que a desnutrição no idoso de hoje tem sido cada vez mais frequente. Isso implica não só na perda de massa magra (músculos), mas também na carência de vários nutrientes importantes como cálcio – importante na prevenção da osteoporose; ferro – contra anemia; vitaminas – para o metabolismo energético e funcional entre outros. Que aparecem em decorrência de uma baixa ingestão calórica e consequentemente falta desses nutrientes.

Como consequência, temos o comprometimento do nosso sistema imune, ficando mais propenso a doenças, falta de energia, de ânimo e de capacidade psicomotora.

Até mesmo doenças como o Alzheimer, entram na questão de ser evitada com uma boa alimentação e com o controle de hábitos como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, o fumo, sedentarismo e a necessidade de certos medicamentos durante a vida.

Fatores que prejudicam também a atividade do pâncreas, sendo mais frequente o número de pessoas na meia idade que apresentam diabetes tipo II – não dependentes de insulina mas com baixa captação por falta de receptores.

E os suplementos?

Os suplementos funcionam em parte para a melhoria da condição de carência de certo nutriente. Mas vale lembrar que quando nos alimentamos há vários fatores que influenciam tanto a boa quanto a má absorção, por isso a melhor forma para estarmos sempre em dia com a saúde é através do alimento. Usando a suplementação somente em casos de maior gravidade.

A preocupação diante das pessoas mais velhas, deve estar no modo em que é preparado o alimento, que tipos de alimentos estão sendo usados diante de cada refeição, e procurar sempre incentiva-los a experimentar coisas diferentes.

Assim como fazemos com as crianças. Lembrando sempre de respeitar os aspectos culturais e qualidade de vida.


Artigo 

Uma colher de peso
























Na hora de fazer um bolo, seguir uma receita ou até mesmo para ver se a quantidade de ingredientes usados no dia à dia está sendo adequada, muitas vezes usamos as tradicionais colheres de medição. Aquelas divididas em colher de sopa, colher de chá, colher de café…..

Mas infelizmente, o tamanho dessas colheres não é padronizado. Podendo trazer uma leve ou até mesmo uma significativa diferença na receita.

Para isso, foi lançada uma “colher balança”, pela Sunartis. Com ela você consegue ter o valor exato da quantidade de alimento usado tanto em gramas quanto em onça.

O mínimo que a colher consegue detectar é de 0,1g indo até 300g. Funciona a bateria e desliga automaticamente após 2 minutos sem uso.

Por enquanto não encontrei em nenhuma loja por aqui no Brasil, mas há várias lojas americanas que vendem pela internet.

O preço médio é $24,99 dólares.

Feijão branco para manter a saúde e a boa forma


A comida mais famosa e mais bem aceita na mesa dos brasileiros, tem sido durante anos o arroz com feijão.

Diante desse fato, vemos em sua maioria o consumo tanto do feijão carioca quanto do feijão preto tipicamente usado para fazer feijoadas.

Um dos tipos mais saudáveis dessa leguminosa no entanto, é o chamado feijão branco.

Por conter grande quantidade de proteínas , as quais ajudam a diminuir a velocidade de absorção do açúcar que consumimos durante as refeições, acaba sendo uma boa sugestão aos diabéticos, e também pra quem está querendo perder peso.

E claro, para qualquer pessoa que esteja procurando adequar a alimentação com um objetivo saudável.

É rico também em fibras, que vão diminuir o colesterol no sangue e novamente contribuir para a regulação da glicose; vitaminas do complexo B e minerais como fósforo, ferro e zinco.

Porém, não adianta encher o prato de carboidratos e devorar vários doces e depois recorrer ao feijão branco pensando na diminuição do tempo de absorção da glicose.

Tanto na forma fria colocado em pratos de salada quanto na forma cozida, é uma ótima opção para mantermos o corpo saudável.

As recomendações diárias podem variar de acordo com a idade e o estado nutricional de cada um. Consulte sempre seu médico e nutricionista.

Veja mais em: scielo.br

Obesidade em foco





Cada vez mais e mais e mais e mais…temos visto matérias em jornais, revistas e até programas de televisão que já estão se rendendo ao assunto.

Notas em que a questão de peso deixou de ser tratada como apenas uma “frescura” de mulheres querendo alcançar o corpo perfeito, para mostrarem de fato a importância de entendermos como uma patologia.

Transtornos alimentares estão inundando consultórios médicos, nutricionais e hospitais.

Dieta, exercícios, medicamentos, cirurgia………………..

Qual é o papel de nós profissionais da saúde em relação a isso?

E onde entra a responsabilidade do paciente sobre suas próprias ações diante ao tratamento estabelecido?

Acho que esses são os principais pontos no tratamento a obesidade.

A partir do momento em que a pessoa resolve procurar um médico e um nutricionista, deve entender que a conduta para melhora de vida deve partir obrigatoriamente dele. Nós profissionais da saúde somos responsáveis pela segunda parte, orienta-los e ajuda-los nessa busca.

De minha parte acho que o problema não para por aí.

Obesidade não deve ser tratada como uma questão pessoal, já vi muitas pessoas que acham que é mais um problema psicológico e que a culpa de o indivíduo ter chegado a tal peso, é somente dele. Ou dos pais que não souberam dizer não!

De fato, os pais tem contribuído muito para a má alimentação das crianças. Escolas e suas cantinas também entram nesse grupo.

Mas por que isso acontece tanto? Acredito que nenhum pai queira propositadamente fazer mal à seu filho.

Má informação é a resposta! Sem contar que as indústrias de alimentos contribuem muito para isso. Elas querem que você compre cada vez mais e mais de seus produtos. E como fazem isso?

Estamos acostumados a “comer com os olhos”, e isso para as indústrias é maravilhoso.

Ficamos sufocados ao entrarmos na fila do supermercado com todos aqueles produtos “engordativos” em cima de nós.

Desde a embalagem à chegada dos alimentos as prateleiras, tudo é pensado de forma objetiva para que atraiam sempre a atenção de seus consumidores.

Hoje, os americanos tem a sorte de contar com a ajuda da Primeira Dama Michelle Obama, que entendeu que muito mais do que um problema de saúde pessoal, a obesidade é em primeiro lugar um problema de saúde pública.

Gastamos muito mais em seu tratamento, não só em remédios mas em hospitais e cirurgias, do que na sua prevenção e qualidade de vida.

Faltam iniciativas do ministério da saúde em relação a tudo isso. Deve-se estabelecer mais regras às empresas de alimentos.

Escolas devem educar seus alunos desde pequenos sobre alimentação correta.

E os pais também devem buscar se informar melhor para qual a melhor forma para alimentarem seus filhos.

Mais do que estarmos corroendo nosso corpo e nossa saúde, estamos levando nossos filhos para o mesmo caminho. E com números cada vez maiores….




Veja mais na matéria publicada no Jornal Americano NYtimes – What It Takes to Fitght Obesity

Bonito por fora e "limpinho" por dentro


Publicado no jornal australiano Sydney Morning Herald de hoje, uma matéria na qual restaurantes devem implantar novas leis de higiene.

Cafés e lojas de comidas rápidas também entram nos requisitos impostos pelo Governo australiano.

A medida não é obrigatória, mas ao entrar no programa de classificação o qual está sendo dotado como ‘pontuações sobre porta’ o estabelecimento terá três formas de classificação – A, B ou C e terá de permanecer com a classificação estabelecida por pelo menos 12 meses. Segundo as autoridades australianas a categoria B e C seriam um nível razoável para os padrões de higiene que são impostos pela vigilância.

Os locais que ainda estão aguardando pela aceitação ficam com a classificação P que designa o termo de pendência.

Estamos acostumados a nos impressionar pela apresentação externa dos restaurantes e cafés que frequentamos, desde a pintura das paredes até a mesa.

Mas nos esquecemos que se tratando de comida, há muito mais para nos preocupar.

Uma das coisas que mais me incomoda é que vários restaurantes permitem a “visitação” dos clientes a suas cozinhas. E na hora que o cliente decide ver como funciona a higiene desse lugar se esquece da coisa mais importante: a vestimenta adequada para entrar em uma cozinha industrial.

Algumas cozinhas se quer oferecem a “touquinha” para o cabelo.

A Austrália será a primeira a implantar o sistema de classificação . Mas cidades como Londres e Los Angeles possuem esquemas semelhantes a esse.

Enquanto não temos tais preocupações das autoridades brasileiras por aqui, só nos resta prestarmos mais atenção nos lugares que vamos comer.

Idéia de chinês…


Muito se fala em quantidades e porções na área da nutrição, mas na hora de fracionar o que vamos comer sempre fica a dúvida se estamos mesmo comendo a quantidade certa.

Foi pensando nisso, que o designer chinês Li Jianye criou uma espécie de marmitex no formato de uma pirâmide alimentar.

Dividida em 3 partes, uma para cereais e massas, outra para frutas e vegetais , deixando a menor parte que fica no topo da pirâmide para as carnes. Embora não siga a risca a pirâmide alimentar tradicional (se formos levar em conta todos os grupos de alimentos necessários), acaba sendo uma boa para criançada levar para escola, ou até mesmo para as pessoas que almoçam fora de casa todos os dias ou no trabalho.

Conseguimos ainda encontrar em algumas daquelas lojas de utilidades típicas americanas, uma opção que faz com que a pessoa leve uma refeição menos calórica. Destinada para aqueles que estão em um momento dieta…embora mostre ter medidas suficientes para um almoço completo.

E você, levaria um desses?

Link 1

Nutrição X Câncer de Mama


Na maioria das vezes em que penso sobre o assunto, me pergunto se as pessoas pensam de fato que não há uma fórmula mágica que diz prevenir os mais diversos tipo de câncer, mas sim um conjunto de ações propostas pela medicina.

Quando se trata de câncer de mama, podemos falar que há um fator determinante encontrado em vários estudos já realizados: a relação da taxa de estrógenos produzidos e depositados na corrente sanguínea.

O estrogênio é conhecido como o “hormônio da mulher” , é ele o responsável pelas curvas que dão a feminilidade a todas elas.

Conhecido como estradiol, tem importante atuação no ciclo menstrual. Sendo sintetizado logo nas primeiras semanas da primeira menstruação.

Acontece que quando comemos gordura em excesso, nosso fígado irá transformar parte dela em estrogênio. Este que quando está em maiores taxas no organismo por induzir a proliferação das células acaba sendo um grande risco para a formação de tumores mamários.

É importante ressaltar que há pessoas que apresentam maior “tendência” a essa formação. Portanto a não ingestão de gordura em excesso nem sempre será um fator determinante. Apenas funcionando como uma prevenção e melhoria de via subsequente.

Ao longo do caminho, você verá mais fatores nutricionais que podem ajudar na prevenção do câncer aqui no blog.

Veja mais em scielo.br